Berliner Boersenzeitung - Caribe se recupera de furacão devastador, que se aproxima de Bermudas

EUR -
AED 4.109968
AFN 72.742864
ALL 91.049166
AMD 402.961049
ANG 2.002982
AOA 1026.232195
ARS 1732.085298
AUD 1.602415
AWG 2.014414
AZN 1.906099
BAM 1.957941
BBD 2.254455
BDT 139.361786
BGN 1.956031
BHD 0.42256
BIF 3361.361019
BMD 1.119119
BND 1.433862
BOB 13.515721
BRL 6.150115
BSD 1.119319
BTN 106.11057
BWP 15.483864
BYN 3.326323
BYR 21934.730163
BZD 2.251252
CAD 1.565575
CDF 2585.16495
CHF 0.918204
CLF 0.02787
CLP 1096.845072
CNY 7.440236
CNH 7.463258
COP 3605.14077
CRC 507.953236
CUC 1.119119
CUP 26.864379
CVE 110.383745
CZK 24.339548
DJF 199.326205
DKK 7.473566
DOP 67.453165
DZD 152.201129
EGP 61.908215
ERN 16.786783
ETB 183.714893
FJD 2.514381
FKP 0.834
GBP 0.83357
GEL 2.904123
GGP 0.834
GHS 13.046209
GIP 0.834
GMD 82.260236
GNF 9914.798681
GTQ 8.55732
GYD 234.634503
HKD 8.78003
HNL 30.084632
HRK 7.575327
HTG 146.719143
HUF 364.579828
IDR 20307.531303
ILS 3.538933
IMP 0.834
INR 105.960022
IQD 1696.940638
IRR 2103556.289872
ISK 136.162944
JEP 0.834
JMD 177.540989
JOD 0.793454
JPY 177.35404
KES 145.440953
KGS 97.866838
KHR 4571.979561
KMF 492.412477
KPW 1007.206954
KRW 1503.368077
KWD 0.348527
KYD 0.932816
KZT 506.591753
LAK 25209.456824
LBP 100237.273204
LKR 372.415616
LRD 190.287251
LSL 18.657821
LTL 3.304467
LVL 0.676943
LYD 7.182727
MAD 11.000233
MDL 20.249054
MGA 5081.534542
MKD 61.532018
MMK 2349.63915
MNT 4030.100319
MOP 9.045852
MRU 45.435486
MUR 52.93687
MVR 17.301268
MWK 1940.905261
MXN 20.903401
MYR 4.560746
MZN 71.503822
NAD 18.657738
NGN 1504.968186
NIO 41.194867
NOK 10.392004
NPR 169.776912
NZD 1.992076
OMR 0.430308
PAB 1.119519
PEN 3.879425
PGK 5.021402
PHP 71.065189
PKR 309.638542
PLN 4.41531
PYG 6686.312255
QAR 4.080389
RON 5.34223
RSD 117.581328
RUB 91.345225
RWF 1655.503088
SAR 4.212967
SBD 9.018091
SCR 15.343174
SDG 673.150104
SEK 10.971886
SGD 1.433463
SHP 0.837476
SLE 25.631449
SLL 23467.368399
SOS 639.696724
SRD 42.013996
STD 23163.501445
STN 24.526713
SVC 9.794668
SYP 14550.783401
SZL 18.640302
THB 37.770195
TJS 10.286758
TMT 3.916916
TND 3.344658
TOP 2.694569
TRY 55.953258
TTD 7.588265
TWD 36.710565
TZS 2958.944741
UAH 51.103561
UGX 4729.171896
USD 1.119119
UYU 44.998407
UZS 13348.538531
VES 993.195403
VND 28835.217213
VUV 133.064885
WST 3.105213
XAF 655.957
XAG 0.022397
XAU 0.000284283483
XCD 3.024475
XCG 2.017297
XDR 0.791275
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 264.339221
ZAR 18.561815
ZMK 10073.424462
ZMW 22.683706
ZWL 360.355825
SSP 6429.562424
MXV 2.35352
Caribe se recupera de furacão devastador, que se aproxima de Bermudas

Caribe se recupera de furacão devastador, que se aproxima de Bermudas

Melissa, o pior furacão a passar pelo Atlântico em quase um século, segue enfraquecido nesta quinta-feira (30) em direção a Bermudas, após sua passagem devastadora pelo Caribe, que deixou 24 mortos no Haiti, e partes de Cuba e Jamaica em ruínas.

Tamanho do texto:

As previsões indicam uma redução das inundações nas Bahamas ao longo desta quinta, mas elas podem persistir em Cuba, Jamaica, Haiti e República Dominicana, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

"As condições em Bermudas vão se deteriorar rapidamente esta tarde e noite", disse o NHC, ao se referir à chegada de Melissa com ventos de 165 km/h a esse arquipélago no Oceano Atlântico.

Por outro lado, Bahamas suspendeu o alerta de furacão.

Melissa passou pela Jamaica na terça-feira e por Cuba na quarta, com força descomunal.

"Este ciclone nos matou, pois nos deixou destruídos", disse à AFP Felicia Correa, que vive no vilarejo de La Trampa, cerca de 20 km a leste de Santiago de Cuba.

"Já estávamos passando tremenda necessidade. Agora, claro que estamos muito pior", acrescentou esta mulher de 65 anos.

Em El Cobre, próximo a La Trampa, era possível ouvir o som dos martelos: pessoas que perderam os tetos de seus casas tentavam repará-los com a ajuda de amigos e vizinhos, observou a AFP.

Em Cuba, a passagem de Melissa agravou uma situação socioeconômica que já era difícil devido à grave crise econômica que afeta o país há cinco anos.

A situação será difícil até que "deem o que tenham que dar, porque o Estado sempre ajuda", diz Marvelia, funcionária de um estabelecimento que vende alimentos subsidiados.

Muitos acessos às comunicações e ao transporte seguem interrompidos. A avaliação completa dos danos pode levar dias.

- 'Ajuda humanitária imediata' -

As autoridades cubanas informaram que cerca de 735 mil pessoas foram evacuadas, especialmente nas províncias de Santiago de Cuba, Holguín e Guantánamo.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, viajou à província de Holguín, uma das mais afetadas pelas inundações.

Os Estados Unidos informaram que estavam em contato com os governos de Jamaica, Haiti, República Dominicana e Bahamas. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que equipes de resgate e resposta estavam a caminho.

Rubio incluiu depois Cuba, seu histórico rival ideológico, e afirmou que Washington está "preparado para oferecer ajuda humanitária imediata ao povo cubano afetado pelo furacão".

O ministro das Relações Exteriores venezuelano Yván Gil anunciou o envio de 26 toneladas de ajuda humanitária a Cuba para apoiar a recuperação.

O Reino Unido anunciou uma ajuda de emergência de aproximadamente 3,3 milhões de dólares (R$ 17,7 milhões) para a região e informou que disponibilizará voos para facilitar a saída de cidadãos britânicos da Jamaica.

- 300 km/h -

Pelo menos trinta pessoas morreram na região devido à passagem do ciclone, algumas delas enquanto protegiam suas casas antes de sua chegada.

O coordenador humanitário interino da ONU para o Haiti, Gregoire Goodstein, informou que o número de mortos na ilha subiu para 24.

O diretor da Defesa Civil haitiana, Emmanuel Pierre, havia declarado anteriormente que pelo menos 10 crianças tinham morrido vítimas das inundações.

A potência de Melissa superou a de alguns furacões como o Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans em 2005.

Na Jamaica, o sistema de baixa pressão chegou na terça-feira com ventos sustentados de cerca de 300 km/h, tornando-se o mais potente a tocar o solo no país em 90 anos, segundo uma análise da AFP com base em dados meteorológicos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Em 1935, o furacão do Dia do Trabalho devastou o arquipélago de Florida Keys, nos Estados Unidos, com ventos também próximos a 300 km/h e uma pressão atmosférica de 892 milibares.

O primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness, declarou o país como "zona de desastre".

 

Cientistas afirmam que as mudanças climáticas causadas pelos humanos intensificaram as grandes tempestades e aumentaram sua frequência.

(O.Joost--BBZ)