Berliner Boersenzeitung - Israel bombardeia sul de Gaza, famílias pedem a Netanyahu que negocie libertação de reféns

EUR -
AED 4.132584
AFN 72.017934
ALL 91.042045
AMD 402.914514
ANG 2.014005
AOA 1033.004443
ARS 1744.994417
AUD 1.605407
AWG 2.028313
AZN 1.939619
BAM 1.958023
BBD 2.25456
BDT 139.368243
BGN 1.966795
BHD 0.422529
BIF 3361.172872
BMD 1.125278
BND 1.433781
BOB 13.514904
BRL 6.159204
BSD 1.119232
BTN 106.104159
BWP 15.482653
BYN 3.326063
BYR 22055.44239
BZD 2.251076
CAD 1.570353
CDF 2602.190343
CHF 0.919115
CLF 0.027891
CLP 1097.831919
CNY 7.517863
CNH 7.506784
COP 3653.213965
CRC 507.915767
CUC 1.125278
CUP 26.862158
CVE 110.378556
CZK 24.316857
DJF 199.311507
DKK 7.473672
DOP 67.448491
DZD 152.865817
EGP 61.506889
ERN 16.879165
ETB 183.701341
FJD 2.523716
FKP 0.838634
GBP 0.834568
GEL 2.921661
GGP 0.838634
GHS 13.045421
GIP 0.838634
GMD 83.270709
GNF 9914.155519
GTQ 8.556803
GYD 234.621376
HKD 8.828529
HNL 30.082548
HRK 7.617016
HTG 146.726598
HUF 363.39548
IDR 20406.179169
ILS 3.559979
IMP 0.838634
INR 106.448849
IQD 1696.815506
IRR 2119357.537381
ISK 136.811385
JEP 0.838634
JMD 177.531854
JOD 0.797802
JPY 178.204567
KES 146.207598
KGS 98.405616
KHR 4571.723651
KMF 496.247493
KPW 1012.749862
KRW 1507.258776
KWD 0.349612
KYD 0.932743
KZT 506.615226
LAK 25207.485154
LBP 100760.984533
LKR 372.386488
LRD 190.279985
LSL 18.656362
LTL 3.322653
LVL 0.68067
LYD 7.182261
MAD 10.999716
MDL 20.247471
MGA 5081.137108
MKD 61.536943
MMK 2362.543914
MNT 4048.847179
MOP 9.045145
MRU 45.431932
MUR 52.989647
MVR 17.391198
MWK 1940.76214
MXN 20.989416
MYR 4.57302
MZN 71.917158
NAD 18.656362
NGN 1513.847457
NIO 41.192561
NOK 10.382779
NPR 169.764389
NZD 1.999978
OMR 0.432668
PAB 1.119452
PEN 3.879191
PGK 5.021702
PHP 71.625047
PKR 309.614325
PLN 4.399149
PYG 6686.592151
QAR 4.080198
RON 5.344734
RSD 117.624119
RUB 92.103574
RWF 1655.373608
SAR 4.234352
SBD 9.060418
SCR 15.501353
SDG 676.857413
SEK 10.970264
SGD 1.438375
SHP 0.838946
SLE 25.780294
SLL 23596.515112
SOS 639.655228
SRD 42.245149
STD 23290.975904
STN 24.52785
SVC 9.793902
SYP 14630.859949
SZL 18.638844
THB 37.86728
TJS 10.286411
TMT 3.949725
TND 3.344441
TOP 2.709398
TRY 56.288865
TTD 7.587671
TWD 36.98281
TZS 2981.994873
UAH 51.101164
UGX 4728.865003
USD 1.125278
UYU 44.997292
UZS 13347.731996
VES 1001.538313
VND 28924.699945
VUV 134.439543
WST 3.127494
XAF 655.957
XAG 0.021704
XAU 0.00027873623
XCD 3.041119
XCG 2.017139
XDR 0.79563
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 265.762486
ZAR 18.533588
ZMK 10128.847444
ZMW 22.681932
ZWL 362.338952
SSP 6465.805944
MXV 2.3626
Israel bombardeia sul de Gaza, famílias pedem a Netanyahu que negocie libertação de reféns
Israel bombardeia sul de Gaza, famílias pedem a Netanyahu que negocie libertação de reféns / foto: - - AFP

Israel bombardeia sul de Gaza, famílias pedem a Netanyahu que negocie libertação de reféns

O Exército israelense bombardeou Khan Yunis, o novo epicentro da guerra em Gaza, nesta segunda-feira (22), enquanto familiares dos reféns detidos pelo Hamas instaram o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a chegar a um acordo para libertá-los.

Tamanho do texto:

Testemunhas relataram ataques mortais durante a noite em Khan Yunis, a maior cidade do sul de Gaza, e fortes confrontos entre soldados israelenses e combatentes do Hamas.

Netanyahu prometeu uma "vitória completa" contra o Hamas após os ataques do movimento islamista em 7 de outubro contra Israel, que deixaram 1.140 mortos, a maioria civis, de acordo com um cálculo da AFP baseado em dados israelenses.

Os combatentes do Hamas também fizeram cerca de 250 reféns, e Israel afirma que pelo menos 132 permanecem em Gaza.

A guerra despertou temores de uma escalada regional. À noite, sirenes foram ouvidas no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, segundo o Exército israelense.

Há confrontos quase diários entre as forças israelenses e o movimento libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, e várias áreas do sul do Líbano foram atacadas à noite.

Também houve surtos violentos na Cisjordânia ocupada.

Da mesma forma, os rebeldes huthis do Iêmen atacaram o que consideram navios vinculados a Israel no Mar Vermelho, gerando ataques retaliatórios por parte dos Estados Unidos e do Reino Unido. Já os ataques na Síria e no Iraque foram reivindicados por grupos ligados ao Irã em rejeição ao apoio americano a Israel.

- "Etapa necessária" -

No seu primeiro relatório público, o Hamas admitiu que houve "alguns erros" de sua parte nos eventos que desencadearam a guerra, mas também fez um apelo pelo fim da "agressão israelense" em Gaza.

Em um documento de 16 páginas, o grupo islamista palestino indicou que a operação de 7 de outubro foi uma "etapa necessária" e uma forma de garantir a libertação dos prisioneiros palestinos.

Israel prometeu "aniquilar" o Hamas após os ataques e lançou uma ofensiva implacável que matou pelo menos 25.295 pessoas em Gaza, a maioria mulheres e crianças, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.

A campanha israelense matou "cerca de 20% a 30%" dos combatentes do Hamas e está longe de seu objetivo de destruir o movimento palestino, segundo cálculos da Inteligência dos Estados Unidos, divulgados por The Wall Street Journal.

Estados Unidos, Catar e Egito, que negociaram uma trégua em novembro, tentaram convencer Israel e o Hamas a adotarem um plano para libertar os reféns em troca da retirada de Israel de Gaza.

Mas Netanyahu insiste em que Israel deve manter o controle da segurança após a guerra e rejeitou a possibilidade de uma "soberania palestina".

- Trazer os reféns -

Netanyahu também enfrenta intensa pressão para garantir o retorno dos reféns e responder pelas falhas de segurança que permitiram o ataque de 7 de outubro.

Parentes e apoiadores dos reféns protestaram novamente no domingo (21) perto da residência de Netanyahu, em Jerusalém.

"Pedimos ao nosso governo que ouça, que se sente para negociar e decida se aceita este ou outro acordo que convenha a Israel", disse Gilad Korenbloom, cujo filho é refém em Gaza.

"Pedimos ao governo que faça a sua parte, que chegue a um acordo, conclua-o com sucesso e traga vivos os reféns restantes", pediu John Polin, também pai de um refém.

Em um vídeo divulgado após o relatório do Hamas, Netanyahu afirmou que, em troca da libertação dos reféns israelenses, o Hamas exige o fim da guerra, a retirada das tropas israelenses de Gaza, a libertação dos prisioneiros palestinos e garantias de que o movimento islamista continue no poder.

"Se aceitarmos isso, nossos soldados terão caído em vão" e não haveria garantias de segurança, disse Netanyahu.

- Crise humanitária -

As agências da ONU alertaram para a fome e doenças entre os habitantes de Gaza - dos quais 1,7 milhão foram deslocados -, que enfrentam a escassez de água, de cuidados médicos e de outros bens essenciais sob bombardeios diários.

No domingo, 260 caminhões de ajuda humanitária entraram em Gaza, segundo a COGAT, a agência do Ministério da Defesa israelense responsável pelos assuntos civis palestinos.

Abdelrahmane Iyad, que foi ferido em Gaza e recebe cuidados no navio militar francês Dixmude, atracado no Egito, contou que toda a sua família morreu quando sua casa foi bombardeada.

"Voei pelo ar e bati na parede da casa do nosso vizinho, minha perna ficou presa sob um telhado que desabou", disse Iyad à AFP no porta-helicópteros francês "Dixmude", convertido em hospital para atender os civis palestinos feridos.

(A.Lehmann--BBZ)