Berliner Boersenzeitung - Vinte e seis países se comprometem a conceder garantias de segurança à Ucrânia após a guerra

EUR -
AED 4.257664
AFN 73.026624
ALL 96.238144
AMD 437.582231
ANG 2.074968
AOA 1062.937298
ARS 1598.08421
AUD 1.645579
AWG 2.089361
AZN 1.97515
BAM 1.95864
BBD 2.333975
BDT 142.192527
BGN 1.981339
BHD 0.43431
BIF 3442.663586
BMD 1.159146
BND 1.482068
BOB 8.007716
BRL 6.159011
BSD 1.158876
BTN 108.338579
BWP 15.802121
BYN 3.515914
BYR 22719.261378
BZD 2.33067
CAD 1.591566
CDF 2637.057544
CHF 0.913917
CLF 0.027244
CLP 1075.745893
CNY 7.982348
CNH 8.005172
COP 4303.433806
CRC 541.282631
CUC 1.159146
CUP 30.717369
CVE 111.1046
CZK 24.515015
DJF 206.003881
DKK 7.48519
DOP 68.390029
DZD 152.108556
EGP 59.995792
ERN 17.38719
ETB 182.160246
FJD 2.566871
FKP 0.87126
GBP 0.86899
GEL 3.147128
GGP 0.87126
GHS 12.640533
GIP 0.87126
GMD 85.201694
GNF 10174.408376
GTQ 8.876835
GYD 242.454744
HKD 9.082315
HNL 30.787368
HRK 7.547552
HTG 152.028504
HUF 393.739159
IDR 19654.711213
ILS 3.60393
IMP 0.87126
INR 109.016
IQD 1518.481245
IRR 1525001.44174
ISK 144.047519
JEP 0.87126
JMD 182.063242
JOD 0.82188
JPY 184.581294
KES 150.229726
KGS 101.364887
KHR 4648.175821
KMF 494.955743
KPW 1043.080849
KRW 1744.874492
KWD 0.35536
KYD 0.965713
KZT 557.135552
LAK 24904.251971
LBP 103801.523689
LKR 361.50269
LRD 212.558441
LSL 19.717515
LTL 3.422657
LVL 0.701156
LYD 7.395793
MAD 10.850191
MDL 20.181528
MGA 4833.639175
MKD 61.634787
MMK 2434.137979
MNT 4156.167228
MOP 9.354025
MRU 46.516967
MUR 53.904625
MVR 17.920835
MWK 2013.436982
MXN 20.747095
MYR 4.565921
MZN 74.073751
NAD 19.508864
NGN 1572.092184
NIO 42.564277
NOK 11.093021
NPR 173.341379
NZD 1.985179
OMR 0.442313
PAB 1.158896
PEN 4.032714
PGK 4.997948
PHP 69.723065
PKR 323.63785
PLN 4.282755
PYG 7568.943802
QAR 4.224512
RON 5.101986
RSD 117.884032
RUB 96.003268
RWF 1691.193997
SAR 4.352659
SBD 9.33305
SCR 16.654324
SDG 696.647132
SEK 10.831104
SGD 1.486377
SHP 0.86966
SLE 28.486057
SLL 24306.724357
SOS 662.456177
SRD 43.45349
STD 23991.981659
STN 24.939026
SVC 10.139705
SYP 128.128397
SZL 19.508855
THB 38.008825
TJS 11.130786
TMT 4.068602
TND 3.372
TOP 2.790945
TRY 51.328032
TTD 7.862368
TWD 37.135217
TZS 2998.321243
UAH 50.766603
UGX 4380.333447
USD 1.159146
UYU 46.697721
UZS 14135.785719
VES 527.05282
VND 30499.449254
VUV 138.346896
WST 3.161587
XAF 656.918161
XAG 0.017031
XAU 0.000257
XCD 3.13265
XCG 2.08852
XDR 0.81819
XOF 661.296951
XPF 119.331742
YER 276.576393
ZAR 19.853279
ZMK 10433.709028
ZMW 22.627107
ZWL 373.244535
Vinte e seis países se comprometem a conceder garantias de segurança à Ucrânia após a guerra

Vinte e seis países se comprometem a conceder garantias de segurança à Ucrânia após a guerra

Vinte e seis países se "comprometeram" a apoiar militarmente a Ucrânia em caso de cessar-fogo com a Rússia, com o objetivo de dissuadir Moscou de voltar a atacar seu vizinho, anunciou nesta quinta-feira (4) o presidente francês, Emmanuel Macron.

Tamanho do texto:

No entanto, os Estados Unidos ainda não concretizaram sua contribuição, considerada indispensável por vários desses países, principalmente europeus.

Os Estados se "comprometeram a enviar (...) tropas para a Ucrânia ou estar presentes em terra, mar ou ar", declarou Macron em uma coletiva de imprensa em Paris, após uma cúpula da Coalizão de Voluntários, que reúne cerca de trinta países aliados de Kiev.

Segundo esses planos, cujos detalhes e contribuições por país ele se recusou a revelar, "no dia em que o conflito cessar, as garantias de segurança serão implementadas", explicou, seja por meio de um "cessar-fogo", um "armistício" ou um "tratado de paz".

Portanto, não se trata de "fazer guerra contra a Rússia", mas sim de dissuadi-la de voltar a atacar a Ucrânia no futuro, acrescentou.

- "Apoio dos Estados Unidos" -

O líder francês afirmou que Alemanha, Itália e Polônia eram "contribuintes importantes" entre os 26.

Esses três pesos pesados europeus haviam expressado suas reservas sobre um compromisso, que condicionam particularmente a uma "rede de segurança" sólida por parte de Washington.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, reiterou após a reunião que Roma não enviará tropas à Ucrânia.

A Alemanha, por sua vez, planeja contribuir para o reforço da defesa antiaérea da Ucrânia e para o equipamento de suas forças terrestres, conforme informado por fontes governamentais à AFP.

O apoio americano foi o tema central de uma videoconferência com o presidente Donald Trump após a cúpula, da qual também participou seu enviado especial, Steve Witkoff, presente no palácio do Eliseu.

Nenhuma declaração foi feita a respeito.

"Contamos com o apoio dos Estados Unidos", repetiu o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, durante a mesma coletiva de imprensa.

Os líderes europeus comunicaram a Trump "sua esperança de que os Estados Unidos contribuam de maneira substancial", limitou-se a informar o porta-voz do chefe de governo alemão, Friedrich Merz.

Emmanuel Macron mostrou-se mais otimista e afirmou que o "apoio dos Estados Unidos" a essas garantias de segurança para a Ucrânia será finalizado nos "próximos dias" e que Washington havia sido "muito claro" sobre sua participação.

"Não há nenhuma dúvida a esse respeito", insistiu.

- "Aumentar a pressão" -

A reunião, que ocorreu no palácio presidencial francês, mas também por videoconferência, foi uma oportunidade para os europeus reafirmarem sua vontade de fazer tudo o possível para pressionar a Rússia a negociar.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, destacou que era "necessário aumentar a pressão" sobre o presidente russo, Vladimir Putin, que "continua rejeitando as negociações de paz e realizando ataques escandalosos contra a Ucrânia", segundo um porta-voz em Londres.

Ao término da reunião, Emmanuel Macron garantiu que os europeus imporiam novas sanções "em colaboração com os Estados Unidos" se Moscou continuar rejeitando a paz.

Ele também mencionou um "trabalho conjunto" com Washington, que incluiria ainda medidas punitivas contra países "que apoiam" a economia russa ou ajudam a Rússia a "contornar as sanções".

"Nesse sentido, mencionou-se a China", acrescentou sem dar mais detalhes.

Os europeus têm reivindicado essas sanções americanas há meses, até agora sem sucesso.

Donald Trump, que se declarou "muito decepcionado" com seu homólogo russo, advertiu na quarta-feira que "coisas acontecerão" se Moscou não atender às suas expectativas de paz.

Por sua parte, Zelensky afirmou nesta quinta-feira que o mandatário americano "está muito insatisfeito com o fato de a Europa comprar petróleo russo", citando Eslováquia e Hungria.

Horas antes do início das conversas, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que não aceitaria o envio de tropas estrangeiras à Ucrânia "em nenhum formato".

A porta-voz da chancelaria, Maria Zakharova, qualificou as garantias de segurança solicitadas por Kiev como "um perigo para o continente europeu".

"Não cabe a eles decidir", respondeu nesta quinta-feira o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.

Donald Trump prometeu, durante uma reunião com seis líderes europeus realizada no dia 18 de agosto em Washington, que os Estados Unidos forneceriam garantias de segurança, sem especificar quais.

Essa "rede de segurança" americana, ou "backstop" em inglês, poderia assumir diferentes formas (inteligência, apoio logístico, comunicações), já que o presidente americano descartou o envio de tropas terrestres.

(A.Lehmann--BBZ)