Berliner Boersenzeitung - Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher

EUR -
AED 4.211393
AFN 72.244796
ALL 95.982096
AMD 432.319357
ANG 2.052753
AOA 1051.557417
ARS 1603.424201
AUD 1.641243
AWG 2.064125
AZN 1.954004
BAM 1.955435
BBD 2.309469
BDT 140.703754
BGN 1.960126
BHD 0.432919
BIF 3404.065016
BMD 1.146736
BND 1.467326
BOB 7.923522
BRL 6.112796
BSD 1.146686
BTN 105.842257
BWP 15.625085
BYN 3.392867
BYR 22476.027392
BZD 2.30607
CAD 1.583471
CDF 2588.183773
CHF 0.909756
CLF 0.026638
CLP 1051.798264
CNY 7.908585
CNH 7.921286
COP 4222.512346
CRC 539.499363
CUC 1.146736
CUP 30.388506
CVE 110.244435
CZK 24.575006
DJF 204.191911
DKK 7.505507
DOP 70.446859
DZD 152.098534
EGP 60.41873
ERN 17.201041
ETB 178.984913
FJD 2.555735
FKP 0.858942
GBP 0.863474
GEL 3.131037
GGP 0.858942
GHS 12.452677
GIP 0.858942
GMD 84.289519
GNF 10052.124908
GTQ 8.79336
GYD 239.895251
HKD 8.979919
HNL 30.352338
HRK 7.568004
HTG 150.351954
HUF 394.179508
IDR 19448.701448
ILS 3.605729
IMP 0.858942
INR 106.119536
IQD 1502.119799
IRR 1515669.760861
ISK 144.837141
JEP 0.858942
JMD 179.916439
JOD 0.813081
JPY 183.162468
KES 148.312334
KGS 100.281732
KHR 4598.142277
KMF 494.243657
KPW 1031.923687
KRW 1721.801746
KWD 0.352542
KYD 0.955522
KZT 561.355287
LAK 24570.416711
LBP 102681.246162
LKR 356.863432
LRD 209.830859
LSL 19.258608
LTL 3.386014
LVL 0.69365
LYD 7.316635
MAD 10.799685
MDL 20.003269
MGA 4761.111877
MKD 61.628504
MMK 2407.22186
MNT 4094.133909
MOP 9.243576
MRU 45.877442
MUR 53.33513
MVR 17.717506
MWK 1988.229122
MXN 20.584147
MYR 4.516425
MZN 73.288336
NAD 19.258608
NGN 1588.807126
NIO 42.19213
NOK 11.176343
NPR 169.34741
NZD 1.984488
OMR 0.443847
PAB 1.146586
PEN 3.954262
PGK 5.014065
PHP 68.334433
PKR 320.169477
PLN 4.298483
PYG 7397.620071
QAR 4.168222
RON 5.117429
RSD 117.34811
RUB 92.392765
RWF 1673.28787
SAR 4.303167
SBD 9.233195
SCR 17.386856
SDG 689.18878
SEK 10.871865
SGD 1.469547
SHP 0.860349
SLE 28.152796
SLL 24046.494883
SOS 654.177972
SRD 43.05769
STD 23735.121842
STN 24.495431
SVC 10.033128
SYP 128.017476
SZL 19.252409
THB 37.071728
TJS 10.99055
TMT 4.013576
TND 3.391067
TOP 2.761065
TRY 50.645643
TTD 7.776549
TWD 36.918714
TZS 2986.942825
UAH 50.565468
UGX 4311.195803
USD 1.146736
UYU 46.061408
UZS 13845.417319
VES 507.665371
VND 30152.278788
VUV 136.416071
WST 3.197489
XAF 655.834663
XAG 0.014239
XAU 0.000228
XCD 3.099112
XCG 2.066515
XDR 0.815648
XOF 655.834663
XPF 119.331742
YER 273.554311
ZAR 19.360243
ZMK 10322.005017
ZMW 22.318837
ZWL 369.248554
Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher
Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher / foto: Thomas COEX - AFP

Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher

Dezenas de milhares de pessoas se mobilizaram neste domingo (8) em todo o mundo para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o 8-M, em manifestações que pediram igualdade e o fim da violência contra as mulheres, e expressaram oposição à guerra no Oriente Médio.

Tamanho do texto:

Do Rio de Janeiro a Caracas, Madri e Paris, as manifestações expuseram os desafios em diferentes países relacionados aos direitos das mulheres.

No Rio, uma multidão levou uma faixa com a mensagem "Juntas Somos Gigantes", enquanto na capital venezuelana centenas de pessoas pediram a libertação das prisioneiras políticas.

Em El Salvador, organizações de mulheres e do Movimento de Vítimas do Regime pediram a libertação da advogada Ruth López, uma crítica do governo de Nayib Bukele, considerada pela Anistia Internacional uma prisioneira política.

- Europa -

Na Espanha, milhares de manifestantes foram às ruas. Madri, Barcelona, Valencia, Sevilha, Granada, Bilbao e San Sebastián, entre outras cidades, foram palco de mobilizações.

Em alguns locais, como na capital espanhola, o movimento feminista se manifestou dividido em duas marchas, refletindo as divergências sobre duas questões centrais: o alcance dos direitos das pessoas trans e a legalização ou regulamentação da prostituição.

As duas manifestações em Madri ocorreram no centro da cidade e contaram com a presença de várias ministras.

Alexa Rubio, uma manifestante mexicana de 30 anos que vive na Espanha, enumerou à AFP em Madri os problemas que considera urgentes: "igualdade salarial, o assédio e, no meu país, a violência de gênero, porque estão matando mulheres por serem mulheres".

Ao seu lado, sua compatriota Andrea Ricart lamentou que muitas pessoas sejam "indiferentes" à violência contra as mulheres "porque não aconteceu nada em seu entorno": "Tem que alguém ser morta para que as pessoas se sensibilizem com esses temas."

A segunda vice-presidente do governo espanhol, Yolanda Díaz, pediu às feministas que deem "um passo à frente" contra a guerra conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

"Está em nossas mãos parar a guerra, parar a barbárie e conquistar direitos. Nós nos declaramos em defesa da paz, do povo iraniano e das mulheres iranianas", disse Yolanda.

Entre os lemas exibidos em Madri estavam "Feministas antifascistas contra a guerra imperialista", "Diante da barbárie patriarcal, Feminismo internacionalista" e "Não à guerra".

Embora nas marchas da capital espanhola houvesse muitos homens, na cidade de Santiago de Compostela solicitou-se que apenas mulheres participassem da manifestação.

O chefe de governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, publicou uma mensagem nas redes sociais que continha uma referência indireta ao avanço eleitoral da extrema direita. "Dizemos alto e claro: não vamos permitir que o ódio substitua os direitos, e não vamos normalizar a desigualdade", afirmou.

Na França, dezenas de milhares de pessoas também se manifestaram neste domingo em defesa dos direitos das mulheres, que, segundo organizadores, são ameaçados pelo avanço do conservadorismo.

"Não renunciaremos a nada!", afirmou Gisèle Pelicot, ao discursar para uma multidão em Paris. Ela, que se tornou uma figura internacional da luta contra a violência de gênero, participou do cortejo realizado na capital francesa.

"Tenho muito orgulho de estar com a equipe da Fundação das Mulheres, e muito honrada de estar aqui ao lado da minha mãe, que envia uma verdadeira mensagem de esperança a todas as vítimas da França", disse Caroline Darian, filha de Gisèle.

Mais de 100 organizações, entre associações e sindicatos, convocaram manifestações em cerca de 150 locais da França, incluindo cidades como Bordeaux, Lille e Marselha.

Para Myriam Lebkiri, do sindicato CGT, o 8 de Março é uma ocasião para lutar pela "emancipação das mulheres" e "contra a extrema direita, que semeia racismo, misoginia e homofobia". Cerca de 200 mil pessoas marcharam na França, 130 mil delas em Paris, segundo o sindicato.

Cerca de 20 ativistas do Femen fizeram uma ação em frente à pirâmide do Museu do Louvre, para denunciar "a impunidade, criminalidade e negação total" no caso Epstein.

(G.Gruner--BBZ)