Berliner Boersenzeitung - Quase 6 mil pessoas morreram em protestos no Irã, afirma ONG dos EUA

EUR -
AED 4.36266
AFN 78.403573
ALL 96.652271
AMD 448.82188
ANG 2.126486
AOA 1089.329377
ARS 1707.957731
AUD 1.717838
AWG 2.13827
AZN 2.029696
BAM 1.955895
BBD 2.387966
BDT 145.077073
BGN 1.994971
BHD 0.447892
BIF 3494.023273
BMD 1.187928
BND 1.504623
BOB 8.2104
BRL 6.273922
BSD 1.185628
BTN 107.747253
BWP 15.604301
BYN 3.380836
BYR 23283.387086
BZD 2.384566
CAD 1.631518
CDF 2619.381102
CHF 0.923388
CLF 0.026016
CLP 1027.260466
CNY 8.261266
CNH 8.261629
COP 4383.157015
CRC 586.708847
CUC 1.187928
CUP 31.48009
CVE 110.270376
CZK 24.241273
DJF 211.13585
DKK 7.469218
DOP 74.241119
DZD 153.482633
EGP 55.894505
ERN 17.818919
ETB 184.307125
FJD 2.628231
FKP 0.871913
GBP 0.868061
GEL 3.195286
GGP 0.871913
GHS 12.92963
GIP 0.871913
GMD 87.315866
GNF 10385.156596
GTQ 9.099444
GYD 248.062093
HKD 9.264216
HNL 31.444514
HRK 7.536449
HTG 155.381035
HUF 381.711533
IDR 19949.348607
ILS 3.699546
IMP 0.871913
INR 109.026808
IQD 1556.185565
IRR 50041.463503
ISK 145.342496
JEP 0.871913
JMD 186.632814
JOD 0.842267
JPY 183.553272
KES 153.242603
KGS 103.884412
KHR 4787.349845
KMF 495.968443
KPW 1069.155932
KRW 1719.567159
KWD 0.364432
KYD 0.988048
KZT 595.749043
LAK 25579.031676
LBP 101627.232593
LKR 367.084806
LRD 219.350694
LSL 19.036537
LTL 3.507642
LVL 0.718565
LYD 7.487207
MAD 10.842808
MDL 20.001807
MGA 5351.615555
MKD 61.633005
MMK 2494.571257
MNT 4236.231983
MOP 9.522664
MRU 47.391748
MUR 54.074375
MVR 18.365957
MWK 2058.679306
MXN 20.58703
MYR 4.697665
MZN 75.730237
NAD 19.036539
NGN 1677.354548
NIO 43.598689
NOK 11.613718
NPR 172.389599
NZD 1.990017
OMR 0.456761
PAB 1.185658
PEN 3.981344
PGK 5.145078
PHP 70.151302
PKR 332.005401
PLN 4.206863
PYG 7968.220766
QAR 4.325661
RON 5.098627
RSD 117.414757
RUB 90.905771
RWF 1726.059257
SAR 4.454742
SBD 9.599607
SCR 17.415488
SDG 714.537467
SEK 10.617676
SGD 1.507581
SHP 0.891254
SLE 28.973532
SLL 24910.253491
SOS 676.410199
SRD 45.289757
STD 24587.709373
STN 24.530711
SVC 10.374506
SYP 13137.977718
SZL 19.030304
THB 36.967133
TJS 11.068326
TMT 4.169627
TND 3.39777
TOP 2.860245
TRY 51.545184
TTD 8.057393
TWD 37.390618
TZS 3011.960353
UAH 51.116301
UGX 4203.20491
USD 1.187928
UYU 44.492356
UZS 14391.746512
VES 425.529606
VND 31051.247706
VUV 142.273124
WST 3.273441
XAF 655.972413
XAG 0.010837
XAU 0.000234
XCD 3.210434
XCG 2.136804
XDR 0.815816
XOF 656.335155
XPF 119.331742
YER 281.299678
ZAR 19.014942
ZMK 10692.774215
ZMW 23.149641
ZWL 382.512303
Quase 6 mil pessoas morreram em protestos no Irã, afirma ONG dos EUA
Quase 6 mil pessoas morreram em protestos no Irã, afirma ONG dos EUA / foto: Yasin AKGUL - AFP

Quase 6 mil pessoas morreram em protestos no Irã, afirma ONG dos EUA

Um grupo de direitos humanos com sede nos Estados Unidos declarou nesta segunda-feira (26) que confirmou a morte de quase 6 mil pessoas nas manifestações duramente reprimidas no Irã, onde os Estados Unidos nunca descartaram uma intervenção militar.

Tamanho do texto:

Os protestos que sacodem a República Islâmica começaram no fim de dezembro contra o custo de vida, mas se transformaram em um movimento contra o regime teocrático estabelecido desde a revolução de 1979.

Grupos de direitos humanos acusaram as autoridades de atirar diretamente contra os manifestantes e de bloquear o acesso à Internet desde 8 de janeiro para ocultar a dimensão da repressão.

Os líderes religiosos seguem no poder apesar do desafio representado pelos protestos, e opositores do sistema veem na intervenção externa o motor mais provável de mudança.

O presidente americano, Donald Trump, mantém sobre a mesa a opção de uma intervenção militar e informou que Washington enviou uma frota da Marinha à região.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã reagiu nesta segunda-feira e advertiu que responderia de forma "contundente" a qualquer "agressão".

As ONGs que monitoram o número de vítimas da repressão denunciaram que seu trabalho foi dificultado pelo bloqueio da Internet. Também advertiram que os números citados pelas autoridades provavelmente são muito inferiores ao total real de vítimas.

A organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, afirmou ter confirmado a morte de 5.848 pessoas, entre elas 209 integrantes das forças de segurança.

No entanto, o grupo acrescentou que ainda investiga outras 17.091 possíveis mortes. Segundo a organização, ao menos 41.283 pessoas foram detidas.

Em seu primeiro balanço oficial dos protestos, as autoridades iranianas informaram na semana passada 3.117 mortes, a maioria de integrantes das forças de segurança ou de transeuntes inocentes assassinados por "vândalos".

- "Estamos vigiando o Irã" -

O observatório Netblocks confirmou que o bloqueio da Internet segue em vigor e afirmou que busca ocultar "a dimensão da repressão mortal contra a população civil".

No fim de semana passado, o canal de televisão em farsi Iran International, com sede no exterior, afirmou que mais de 36.500 pessoas foram mortas pelas forças de segurança entre 8 e 9 de janeiro, citando relatórios, documentos e fontes. Não foi possível verificar imediatamente essa informação.

Enquanto isso, os Estados Unidos concentram forças na região e Trump mantém aberta a possibilidade de uma intervenção militar, após ameaçar Teerã no auge dos protestos.

"Estamos vigiando o Irã", afirmou o presidente americano. "Prefiro que nada aconteça, mas estamos vigiando muito de perto", insistiu.

A imprensa americana informou que Washington enviou o porta-aviões USS Abraham Lincoln à região.

Em junho, os Estados Unidos intervieram brevemente na guerra de Israel contra o Irã, atacando instalações nucleares iranianas.

Israel também bombardeou o programa de mísseis balísticos de Teerã e matou vários altos funcionários de segurança iranianos durante os 12 dias de conflito.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, advertiu contra uma eventual intervenção e disse que o país tinha "confiança em suas próprias capacidades".

"A chegada de um navio de guerra desse tipo não afetará a determinação e a seriedade do Irã para defender a nação", afirmou, em aparente referência ao USS Abraham Lincoln.

(K.Müller--BBZ)