Berliner Boersenzeitung - Rússia acusa Ucrânia de atacar residência de Putin; Zelensky nega

EUR -
AED 4.105324
AFN 71.542464
ALL 90.628261
AMD 402.871928
ANG 2.00072
AOA 1025.073259
ARS 1727.109028
AUD 1.624683
AWG 2.014933
AZN 1.898296
BAM 1.9504
BBD 2.253949
BDT 139.384078
BGN 1.953821
BHD 0.422427
BIF 3344.310468
BMD 1.117855
BND 1.428625
BOB 13.512466
BRL 6.153123
BSD 1.119101
BTN 105.668121
BWP 15.331414
BYN 3.338951
BYR 21909.956447
BZD 2.250648
CAD 1.573102
CDF 2587.833965
CHF 0.914897
CLF 0.027776
CLP 1093.172731
CNY 7.476778
CNH 7.453007
COP 3623.828546
CRC 507.490338
CUC 1.117855
CUP 26.857278
CVE 109.957112
CZK 24.325026
DJF 199.278245
DKK 7.474582
DOP 67.203328
DZD 152.256386
EGP 60.167761
ERN 16.767824
ETB 183.669319
FJD 2.529674
FKP 0.829062
GBP 0.834764
GEL 2.912045
GGP 0.829062
GHS 13.05374
GIP 0.829062
GMD 83.28554
GNF 9912.333381
GTQ 8.552054
GYD 234.468713
HKD 8.764324
HNL 30.077453
HRK 7.566771
HTG 146.662613
HUF 364.07137
IDR 20207.519295
ILS 3.573944
IMP 0.829062
INR 105.047731
IQD 1696.487646
IRR 2114258.25802
ISK 136.791593
JEP 0.829062
JMD 177.496965
JOD 0.7925
JPY 176.813315
KES 145.265597
KGS 97.755632
KHR 4553.392719
KMF 492.97406
KPW 1006.069385
KRW 1513.999937
KWD 0.347295
KYD 0.932605
KZT 503.170088
LAK 25185.928087
LBP 100500.507095
LKR 372.03493
LRD 190.240715
LSL 18.338423
LTL 3.300735
LVL 0.676179
LYD 7.164164
MAD 10.905707
MDL 20.007619
MGA 5073.906149
MKD 61.532335
MMK 2347.442725
MNT 4026.482407
MOP 9.042582
MRU 45.210418
MUR 52.561718
MVR 17.276449
MWK 1940.509822
MXN 20.916575
MYR 4.536708
MZN 71.44198
NAD 18.339077
NGN 1503.257696
NIO 41.185047
NOK 10.496876
NPR 169.072366
NZD 2.015845
OMR 0.429817
PAB 1.119091
PEN 3.854627
PGK 5.09784
PHP 70.433843
PKR 309.505882
PLN 4.393801
PYG 6894.909605
QAR 4.090546
RON 5.339545
RSD 117.622903
RUB 91.471711
RWF 1648.42116
SAR 4.196038
SBD 9.000652
SCR 15.385384
SDG 672.391853
SEK 11.039203
SGD 1.431877
SHP 0.833412
SLE 25.610177
SLL 23440.863677
SOS 639.523588
SRD 41.983297
STD 23137.339919
STN 24.432135
SVC 9.791758
SYP 14534.349327
SZL 18.332079
THB 37.487822
TJS 10.323378
TMT 3.923671
TND 3.334563
TOP 2.691526
TRY 56.068915
TTD 7.578914
TWD 36.563356
TZS 2957.044883
UAH 50.834197
UGX 4526.426889
USD 1.117855
UYU 45.074996
UZS 13353.906691
VES 999.104046
VND 28597.52351
VUV 133.598599
WST 3.105977
XAF 655.957
XAG 0.021435
XAU 0.000274045508
XCD 3.021059
XCG 2.016798
XDR 0.790381
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 264.009433
ZAR 18.44284
ZMK 10062.034488
ZMW 22.688977
ZWL 359.948828
SSP 6422.29579
MXV 2.353197
Rússia acusa Ucrânia de atacar residência de Putin; Zelensky nega

Rússia acusa Ucrânia de atacar residência de Putin; Zelensky nega

A Rússia acusou, nesta segunda-feira (29), a Ucrânia de ter lançado drones contra uma residência do presidente Vladimir Putin e anunciou que "revisará" sua postura nas negociações para pôr fim à guerra após esse ataque.

Tamanho do texto:

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, denunciou imediatamente o que classificou de "mentira" de Moscou que, segundo ele, busca preparar o terreno para realizar novos ataques contra Kiev e "minar" os esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos para encerrar o conflito desencadeado pela invasão russa de 2022.

Essas acusações lançam dúvidas sobre o futuro das negociações diplomáticas que se desenvolvem desde novembro para tentar acabar com o conflito mais letal da Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Em um comunicado, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que a Ucrânia lançou durante a noite 91 drones contra a "residência oficial" do presidente russo na região de Novgorod. No entanto, assegurou que todos foram derrubados pela defesa aérea.

Esse ataque, prosseguiu, "foi realizado em plena fase de intensas negociações entre a Rússia e os Estados Unidos sobre a resolução do conflito ucraniano e não ficará sem resposta".

"Mais uma mentira da Federação da Rússia", denunciou Zelensky durante um encontro virtual com jornalistas. "Eles não querem que a guerra termine", concluiu.

Em paralelo, Putin teve nesta segunda uma conversa por telefone com o presidente americano, Donald Trump, para trocar impressões sobre os avanços das negociações após a reunião de domingo na Flórida entre Trump e Zelensky. O diálogo foi "positivo", indicou a Casa Branca.

Porém, segundo o conselheiro diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov, Putin disse a seu par americano que a posição da Rússia sobre "certos acordos alcançados na fase anterior" e sobre as soluções propostas seria "reavaliada" após o "ataque terrorista" de Kiev.

- 'Tropas internacionais' -

Zelensky e negociadores de Kiev conversaram por telefone nesta segunda com o enviado americano Steve Witkoff sobre os próximos passos das negociações.

Mais cedo, o presidente ucraniano afirmou que os Estados Unidos ofereceram a Kiev garantias de segurança "sólidas" perante Moscou por 15 anos prorrogáveis.

O governante também considerou que a presença de "tropas internacionais" na Ucrânia, uma possibilidade que o Kremlin já descartou no passado, constituiria uma garantia de segurança necessária e "real", que reforçaria a confiança dos cidadãos e dos investidores diante do risco de uma nova agressão russa.

A nova versão do plano para encerrar a guerra propõe que a linha de frente fique congelada nas posições atuais, sem oferecer uma solução imediata para as reivindicações territoriais da Rússia, que controla cerca de 20% do território ucraniano.

A versão anterior, apresentada por Washington há quase um mês, foi modificada a pedido de Kiev porque a considerava excessivamente favorável a Moscou.

O novo documento também deixa de fora duas exigências-chave do Kremlin: a retirada das tropas ucranianas da região de Donetsk, na bacia industrial do Donbass (leste); e que a Ucrânia se comprometa legalmente a não aderir à Otan.

Segundo Zelensky, dois temas ainda estão em aberto: o funcionamento da usina nuclear de Zaporizhzhia (sul) e a questão territorial.

- Garantias de segurança -

Também afirmou esperar que autoridades americanas e europeias se reúnam "nos próximos dias" na Ucrânia e reafirmou seu apoio à organização de um referendo na Ucrânia que, segundo ele, atuaria como um "instrumento potente" para que a "nação ucraniana" aceite as condições de paz que forem propostas.

Na capital ucraniana, os habitantes mostram-se bastante céticos.

"Já assinamos garantias de segurança, e o que elas nos trouxeram? Absolutamente nada. Que garantias de segurança podem vir de um Estado terrorista?", declarou à AFP a fotógrafa Anastasia Pashtshenko, em referência à Rússia.

Moscou não para de aumentar a pressão no terreno. Putin disse nesta segunda que as tropas russas "avançam com segurança" ao longo da linha de frente e que a tomada de territórios no Donbass e nas regiões de Zaporizhzhia e Kherson (sul), cuja anexação é reivindicada por Moscou, está sendo realizada "conforme o plano".

(S.G.Stein--BBZ)